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para o seu auto-conhecimento
e desenvolvimento pessoal.

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buscando trazer possibilidades
diferentes, que possam ir ao
encontro de suas necessidades.

Sua opinião será de muita
importância, para nosso objetivo
e crescimento.

Não será apenas o novo,
inédito ou superficial.
Mas também o que nos acompanha
desde os tempos antigos.
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segunda-feira, 18 de fevereiro de 2008

Fênix - parte II

Fênix - parte II

Ovídio nos fala da seguinte maneira sobre a Fênix:
"A maior parte dos seres nasce de outros indivíduos,
mas há uma certa espécie que se reproduz sozinha.
Os assírios chamam-na de fênix.
Não vive de frutos ou de flores mas de incenso
e raízes odoríferas. Depois de ter vivido quinhentos anos,
faz os ninhos nos ramos de um carvalho ou no alto
de uma palmeira. Nele ajunta cinamomo, nardo e mirra,
e com essas essências constrói uma pira sobre a qual se coloca,
e morre, exalando o último suspiro entre os aromas.
Do corpo da ave surge uma jovem fênix, destinada a viver
tanto quanto a sua antecessora. Depois de crescer
e adquirir forças suficientes, ela tira da árvore o ninho
(seu próprio berço e sepulcro de seu pai) e leva-o para a cidade
de Heliópolis, no Egito, depositando-o no templo do "Sol".

Tal é a narrativa de um poeta. Vejamos a de um narrador filosófico.
"No consulado de Paulo Fábio (34 de nossa era), a milagrosa ave
conhecida no mundo pelo nome de fênix, que havia desaparecido
há longo tempo, tornou a visitar o Egito" - diz Tácito.
"Era esperada em seu vôo por um grupo de diversas aves,
todas atraídas pela novidade e contemplando maravilhadas
tão bela aparição". Depois de uma descrição da ave,
que não difere muito da antecedente, embora acrescente
alguns pormenores, Tácito continua: "O primeiro cuidado
da jovem ave, logo que se empluma e pode confiar em suas asas,
é realizar os funerais do pai. Esse dever, porém, não é executado
precipitadamente. A ave ajunta uma certa quantidade de mirra, e,
para experimentar suas forças, faz freqüentes excursões,
carregando-a nas costas. Quando adquire confiança suficiente
em seu próprio vigor, leva o corpo do pai e voa com ele até o altar
do Sol, onde o deixa, para ser consumido pelas chamas odoríferas.
Outros escritores acrescentam alguns pormenores.
A mirra é compacta, em forma de um ovo, dentro do qual é encerrada
a fênix morta. Da carne da morta nasce um verme, que quando cresce
se transforma em ave. Heródoto descreve a ave, embora observe:
"Eu mesmo não a vi, exceto pintada. Parte de sua plumagem é de ouro
e parte carmesim; quanto a seu formato e tamanho são muito semelhantes
aos de uma águia."

Este ser encantado traz consigo um ensinamento valioso:
O de renascer das cinzas.

Quem já esteve em uma situação de cogitar toda sua existência
e chegou a duvidar da utilidade de sua vida pode buscar o poder
deste ser fabuloso para encontrar um novo modo de viver.

Quer seja por um grande golpe em sua alma extremamente sensível,
por um amor que não soube merecer o coração puro
e verdadeiro dos seus filhos ou por um mundo onde o poder
dominador do patriarcado, ou de toda forma de opressão,
tolheu-lhes o direito de viver plenamente sua religiosidade,
sexualidade e cidadania, encontrando um abrigo onde pode
se desenvolver e compartilhar suas experiências.

Dançando com a Fênix:
Ervas e incensos: Angélica; cânfora; Aniz.
Cores: amarelo e dourado

Material:
2 velas amarelas ou douradas
1 vela azul claro
1 vela marrom
incenso de cânfora
caldeirão com 3 dedos de água e 13 folhinhas de hortelã
bastão de amora
óleo de mirra
óleo de rosas
óleo de patchouli

O efeito esperado:
Resgatar a dignidade e o amor próprio

O Trato

Prepare antes os objetos.

Prenda a vela marrom no fundo do caldeirão.
Adicione a água até uns 3 dedos de altura
e espalhe as folhas de hortelã. Reserve.

Procure um local fechado e protegido de curiosos.
Dispa-se e trace o círculo como de costume.
Esse encantamento deve ser feito em nudez,
pois ninguém nasce ou renasce com roupas, concorda?

Sente-se de frente para o norte e unte a vela marrom,
com o óleo de mirra.

Acenda a vela marrom . De olhos fechados, comece uma busca
pelos fatores que te feriram tanto. Visualize e sinta este poder
nas mãos. Traga-o para suas mãos até que elas se fechem
e se crispem voluntariamente. É preciso que sinta este poder
bem vivo tentando te dominar, mas sem permitir que te turve
o raciocínio e a percepção. Mantenha a calma.

Após conseguir capturar esta força destrutiva, jogue-a com as mãos
dentro do caldeirão. Como se estivesse se livrando de melecas
que grudaram em seus dedos.

Respire fundo.
Acalme-se e prepare-se para entrar em contato com seu espírito.

Vire-se para o oeste e a vela azul com óleo de rosas.

Acenda a vela azul.
Visualize um lago calmo onde vc nada como uma sereia.
Não se preocupe, pois agora vc está em casa.
Revire cada recife, cada planta, pedra ou habitante deste lugar.
Descubra cada canto deste paraíso. Cada cor, cada nuance.
A água morna em sua pele. Quando estiver satisfeita,
volte para a margem e se despeça do povo das águas. Abra os olhos.

Agora, vamos reconstruir seus caminhos. Fitando a chama da vela azul,
busque soluções para suas dores, por mais absurdas que possam parecer.
Imagine como seria sua vida se vc pudesse contornar
ou resolver este problema. Assim será!

Com esta sensação de poder construtivo invadindo seu ser,
vire-se para o sul.

Agora vc está plena. Unte a vela dourada e acenda.
Vc fará um compromisso com este poder que emana do fogo
e com vc mesma. Comprometa-se a ser diferente a partir
daquele instante. Vc renasceu das próprias cinzas.
Sua dor, ao invés de te matar, te fez mais forte.
Mentalize seu espírito emanando fogo etéreo pelos poros.
Um fogo que não queima, mas que ilumina tudo ao seu redor.

Volte-se novamente para o norte e encare a vela marrom com firmeza.
O poder que antes te fazia sofrer agora nada mais é que uma fagulha
comparada ao seu poder pessoal. Com respeito, mas firme,
determine que nunca mais será abalada por essas energias.
Diga que vc aprendeu com elas, que cumpriram seu papel
e que não são mais necessárias em sua vida.
Com a varinha mágica, mexa o caldeirão em sentido anti-horário
enquanto mentaliza as energias se desintegrando e voltando
para o seio da Mãe Terra. Permita que a vela queime até que a água
apague a chama. Então mastigue algumas folhinhas de hortelã,
que agora é um antídoto contra os venenos que te consumiam
antes de seu renascimento.

Desfaça o círculo mágico como de costume.
Guarde os restos das velas.
Quando tiver oportunidade, desprograme as velas para que possam
ser novamente utilizadas a serviço da Deusa.

Seja bem-vinda a nova vida!

(extraído de sites sobre Wicca, Deusa Mãe)

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2 Comentários:

Anonymous monicavox disse...

amiga querida,esta postagem é wicca pura heim/adorei!1certos rituais ainda são praticados pelos seguidores da religião da deusa,em regiões da antiga bretanha e esse mito da f~eniz é curioso,pois está presente em muitas religiões antigas.uma vez,visitei uma exposição egípcia que tinha a figura de uma f~eniz em alabastro que muito me impressionou pelos detalhes...no antigo egito era uma verdadeira fonte de poder e força...a renovação...parabéns, pelo jeito temos alguém que gosta desses assuntos como eu !FICO FELIZ!!um beijo grande ,walk on forever,monicavox

20 de fevereiro de 2008 18:10  
Anonymous Anônimo disse...

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